O registrante de domínio de internet no Brasil é o Registro.BR, que permite que você crie e administre todos os domínios criados, para você e os que você, por ventura, administre.

O Registro.BR criou categorias diversas para pessoas físicas, profissionais liberais, jurídicas, genéricos e cidades. Os domínios de pessoa física e profissionais liberais só podem ser registrados por um titular com CPF.  Os domínios de pessoa jurídica devem ser associados a um CNPJ.  Já os domínios genéricos e de cidades podem ser registrados por CPF ou CNPJ.

Abaixo estão listadas todas as categorias de domínio .br oferecidas pelo Registro.BR, uma certamente irá lhe atender.



Pessoas Físicas

BLOG.BR Web logs
FLOG.BR Foto logs
NOM.BR Pessoas Físicas
VLOG.BR Vídeo logs
WIKI.BR Páginas do tipo ‘wiki’

 

Profissionais liberais

Somente para pessoas físicas

ADM.BR Administradores
ADV.BR Advogados
ARQ.BR Arquitetos
ATO.BR Atores
BIO.BR Biólogos
BMD.BR Biomédicos
CIM.BR Corretores
CNG.BR Cenógrafos
CNT.BR Contadores
ECN.BR Economistas
ENG.BR Engenheiros
ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
FND.BR Fonoaudiólogos
FOT.BR Fotógrafos
FST.BR Fisioterapeutas
GGF.BR Geógrafos
JOR.BR Jornalistas
LEL.BR Leiloeiros
MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
MED.BR Médicos
MUS.BR Músicos
NOT.BR Notários
NTR.BR Nutricionistas
ODO.BR Dentistas
PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
PRO.BR Professores
PSC.BR Psicólogos
QSL.BR Rádio amadores
SLG.BR Sociólogos
TAXI.BR Taxistas
TEO.BR Teólogos
TRD.BR Tradutores
VET.BR Veterinários
ZLG.BR Zoólogos



Pessoas Jurídicas

Sem restrição
AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
ESP.BR Esporte em geral
ETC.BR Empresas que não se enquadram nas outras categorias
FAR.BR Farmácias e drogarias
IMB.BR Imobiliárias
IND.BR Indústrias
INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
RADIO.BR Empresas que queiram enviar áudio pela rede
REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc…
SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
TUR.BR Empresas da área de turismo
TV.BR Empresas de radiodifusão ou transmissão via Internet de sons e imagens

Genéricos

Para pessoas físicas ou jurídicas

ART.BR Artes: música, pintura, folclore
COM.BR Atividades comerciais
ECO.BR Atividades com foco eco-ambiental
EMP.BR Pequenas e micro-empresas
NET.BR Atividades comerciais
ONG.BR Atividades não governamentais individuais ou associativas



Cidades

Para pessoas físicas ou jurídicas

9GUACU.BR Nova Iguaçu
ABC.BR Região ABC Paulista
AJU.BR Aracaju
ANANI.BR Ananindeua
APARECIDA.BR Aparecida
BARUERI.BR Barueri
BELEM.BR Belém
BHZ.BR Belo Horizonte
BOAVISTA.BR Boa Vista
BSB.BR Brasília
CAMPINAGRANDE.BR Campina Grande
CAMPINAS.BR Campinas
CAXIAS.BR Caxias
CONTAGEM.BR Contagem
CUIABA.BR Cuiabá
CURITIBA.BR Curitiba
FEIRA.BR Feira de Santana
FLORIPA.BR Florianópolis
FORTAL.BR Fortaleza
FOZ.BR Foz do Iguaçu
GOIANIA.BR Goiânia
GRU.BR Guarulhos
JAB.BR Jaboatão dos Guararapes
JAMPA.BR João Pessoa
JDF.BR Juiz de Fora
JOINVILLE.BR Joinville
LONDRINA.BR Londrina
MACAPA.BR Macapá
MACEIO.BR Maceió
MANAUS.BR Manaus
MARINGA.BR Maringá
MORENA.BR Campo Grande
NATAL.BR Natal
NITEROI.BR Niterói
OSASCO.BR Osasco
PALMAS.BR Palmas
POA.BR Porto Alegre
PVH.BR Porto Velho
RECIFE.BR Recife
RIBEIRAO.BR Ribeirão
RIO.BR Rio de Janeiro
RIOBRANCO.BR Rio Branco
RIOPRETO.BR São José do Rio Preto
SALVADOR.BR Salvador
SAMPA.BR São Paulo
SANTAMARIA.BR Santa Maria
SANTOANDRE.BR Santo André
SAOBERNARDO.BR São Bernardo do Campo
SAOGONCA.BR São Gonçalo
SJC.BR São José dos Campos
SLZ.BR São Luis
SOROCABA.BR Sorocaba
THE.BR Teresina
UDI.BR Uberlândia
VIX.BR Vitória

Você pode registrar quantos domínios desejar, inclusive poderá ser direcionando para o mesmo DNS. Você também pode ser criativo(a) e usar um domínio com aplicação diferente da proposta inicial para que foi criado, por exemplo, os domínios CIDADES pode ser usado com outra conotação NOSSA.FEIRA.BR ou PORTUGUES.ABC.BR, para citar algumas possibilidades.

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Cada vez mais, as empresas estão adotando o design centrado no usuário (UCD) para melhorar seus produtos e serviços. As empresas devem ir além de manter suas ofertas existentes. Elas devem repensar seus mercados existentes e explorar novos mercados que se utilizem de seus pontos fortes, capacidades, canais e marcas, particularmente à medida que os mercados se expandem e se especializam. O UCD define um conjunto de métodos que incorporam as necessidades dos usuários no desenvolvimento de produtos e serviços para cortar custos, fomentar inovações reais e fornecer uma vantagem estratégica em relação aos competidores.




  • Reduzindo custos. O UCD solicita a ajuda dos usuários para expor problemas e detectar falhas o quanto antes no processo de desenvolvimento. Ele fornece mecanismos baratos para reduzir custos para corrigir problemas em ciclos de desenvolvimento posteriores e os custos de falhas depois que um produto ou serviço é lançado.
  • Fomentando inovação real. O UCD estuda o comportamento dos usuários enquanto estes interagem com um produto ou serviço dentro do seu contexto da vida real. Ao fazer isso, ele expõe as necessidades que os usuários não estão cientes ou que poderiam não se capazes de articular. Essas ideias e a exposição direta à experiência do usuário levam a melhorias não óbvias e ao desenvolvimento de produtos e serviços verdadeiramente inovadores.
  • Fornecendo uma vantagem estratégica. O UCD considera todos os fatores da experiência dos usuários: cultural, social, cognitivo e físico. Ao criar um entendimento mais profundo do usuário, ele permite a oportunidade de estabelecer relacionamentos a longo prazo, os quais resultam em uma maior ressonância da marca, lealdade dos consumidores e vantagem estratégica sobre os competidores.



O objetivo do UCD é estabelecer um completo entendimento dos usuários e suas necessidades permitindo às empresas uma sintonia fina das ofertas correntes e uma identificação das oportunidades emergentes para verdadeiramente oferecer suporte às vidas dos usuários.

Ariane Kempler (designer independente e consultora de pesquisa. Tem mestrado em Design Centrado no Ser Humano pelo instituto de Tecnologia de Ilinois e tem desenvolvido produtos inovadores e serviços para IDEO e Razorfish.

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A arquitetura do design gráfico de interface, centrado no usuário, deve focar além do comportamento, a apresentação visual baseada no usuário.  Na Interação Humano Computador (HCI), teoria na qual o papel do design é tão importante quanto o papel do usuário, ambos são pontas de um processo de comunicação bilateral. Nesta teoria determina-se a criação de ferramentas que visem melhorar a comunicação entre o designer e o usuário através da interface. Esse método visa equilibrar a balança, dando a devida atenção à apresentação visual da interface gráfica.

Apesar da apreciação estética depender da subjetividade de cada indivíduo, existem critérios comuns utilizados para julgar a beleza de um determinado objeto e padrões estéticos compartilhados por grupos sociais e culturais.




Na semiótica perciana, o signo é a unidade de mediação entre o mundo interno e o externo à nossa mente. Como não podemos ter as coisas literalmente dentro da mente, criamos representações destas para lidarmos com elas. Esse processo é chamado de objetivação ou de aquisição, onde uma coisa é transformada num objeto mental. Isto acontece de três formas: primeiridade, segundidade e terceiridade. A primeiridade é a categoria das qualidades intrínsecas aos objetos, como exemplo, a sensação de calor. A segundidade, buscamos associação de causa e efeito entre dois fenômenos, objetos etc., como entre a fumaça e o fogo. Na terceiridade é que estabelecemos relações sofisticadas o suficiente para entender, por exemplo, que a nossa casa está pegando fogo.

Segundo Pierce, essa três categorias foram criadas para serem aplicadas em qualquer contexto como Categorias Universais. A partir disso, podemos fazer a relação entre o processo de objetivação e os três processos mentais (percepção, emoção e cognição).

Segundo a Psicologia, a percepção é o processo pelo qual adquirimos, interpretamos, selecionamos e organizamos informações sensoriais. A emoção seria o estado mental provocado por estímulos sensoriais e internos (físicos ou psicológicos). Em pesquisas recentes, ambos (percepção e emoção) fariam parte de um processo maior chamado cognição, responsável pela forma como o nosso cérebro processa as informações e aprende conceitos novos.




Primeiridade:  Expectativa perceptuais.

Na primeiridade busca-se descobrir, através de questionários, quais as características mais elementares que são esperadas na apresentação visual da interface. Qual forma deve predominar: quadrada ou redonda? Cores frias ou quente? Claro ou escuro? Etc.

Como o produto final é constituído por uma grande quantidade de objetos e características, não se torna viável descobrir tudo o que o usuário deseja nesse sentido. Para isso precisamos prever escolhas com base em interfaces concorrentes, na identidade visual da empresa e outras fontes, como também, a experiência do próprio designer.

Segundidade: Expectativas emocionais.

Através de um novo questionário, com base no item acima, expõem-se aos usuários alguns produtos, como exemplo, fotos, layouts etc., buscando perceber  a emoção dos pesquisados. Nesta procura-se buscar todas as emoções, que terão que ser organizadas e selecionadas de acordo com a sensibilidade de quem estiver aplicando o método. Aqui poderemos identificar preferência como: cor, fotos, texto, disposição na interface etc.

Terceiridade: Expectativas Cognitivas.

Assim como na terceiridade se forma o signo, na cognição se forma o conhecimento. Existem vários estilos cognitivos que determinam preferências na aquisição do conhecimento, onde, alguma pessoas preferem aprender em uma ordem sequencial, enquanto outras em uma ordem hierárquica. No design gráfico interessa-nos saber de que maneira os usuários irão analisar a apresentação visual e interpretá-la. Através de novas entrevistas isso pode ser percebido.

Conclusão

Os métodos acima permitem lembrar-nos que o design gráfico precisa observar constantemente as expectativas dos usuários em seus projetos, contribuindo para a tomada de decisões. Sabendo o que os usuários esperam os designer pode inclusive superá-los com algo melhor do que haviam imaginado. Essa forma de pesquisa é muito útil quando sabidamente, há carência de ideias para o design da interface. Partindo do zero é possível criar um conceito bastante sofisticado para a apresentação visual da interface sustentado através de pesquisas com o público alvo.

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A Arquitetura da Informação de um website é a forma como o conteúdo está organizado e estruturado, de forma a orientar a navegação do usuário pela página.




Essa arquitetura deve conter uma estrutura bem definida, distinguindo claramente as áreas principais e secundárias, organizando as informações de acordo com a sua importância e hierarquia. Além disso, essa organização do conteúdo deve facilitar a navegação e as tomadas de decisões do usuário através de uma estrutura coerentemente adequadas. É através dessa arquitetura que podemos oferecer ao usuário uma navegação intuitiva e facilidade na busca da informação que procura.

Para alcançarmos a organização ideal, são necessários estudos e pesquisas para que possamos definir a melhor estrutura considerando os objetivos do website, o perfil do público-alvo e as tendências para sites de uma mesma área buscada.

Devemos ainda estar atentos ao uso adequado de todos os elementos, links, que facilitem a navegação e identificação das informações do website.

Uma arquitetura de informação bem construída melhora a qualidade das visitas e permanência no seu website, contribui para que o usuário acesse as informações mais importantes, ou que busquem, e aquelas que você deseja apresentar com prioridade de forma objetiva e com maior agilidade, permitindo que o usuário saiba onde está durante a navegação pelo site, visando evitar que ele abandone a navegação antes de encontrar o que procurava, seja por encontrar um conteúdo mal organizado ou por não conseguir encontrar o que esperava dentro de um tempo aceitável.




Assim, você garante que todo o conteúdo que foi disponibilizado poderá ser acessado com facilidade e o usuário não ficará perdido na imensidão de informações contidas no site, sem aproveitar toda aquela informação.

Abaixo, segue uma lista de passos para a construção da arquitetura de informação de um site:

  • Relacionar o conteúdo a ser disponibilizado no site;
  • Organizar o conteúdo em áreas para a estruturação das informações;
  • Definir a importância para cada área de acordo com os objetivos do seu website, o tema do site, seu público-alvo etc.;
  • Montar a arquitetura necessária para priorizar as informações de acordo com importância definida para cada uma delas;
  • Definir a nomenclatura para as áreas – menus, sub-menus, chamadas etc., levando em consideração a sua área de atuação, as tendências para sites do mesmo ramo o e o perfil do público-alvo.

Essas são algumas sugestões para melhorar o acesso as informações disponibilizadas em seu site, visando melhor retenção do usuário ao conteúdo projetado, retendo-o e fidelizando esse mesmo usuário as suas propostas de produtos ou serviços visados.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_informa%C3%A7%C3%A3o

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3 Ferramentas de cores online

Por diversas vezes você se pega sem inspiração para escolher a melhor combinação de cores que utilizaria em seu layout, então, você passa horas tentado combinações no seu Photoshop sem ficar convencido(a) de ter feito a melhor combinação, as cores ideais que gostaria de transmitir naquele site ou blog que te encomendaram. Não é verdade? Então, para tentar facilitar um pouco as coisas, abaixo apresento algumas ferramentas de cores muito úteis para essa tarefa:




Color Scheme Design 3 é uma das melhores ferramenta de cores online e muito completa e interessante, pois apresenta uma paleta de cores que possibilita utilização de uma, duas, três ou quatro cor, cores contrastantes , cores complementares etc., movendo o mouse no círculo cromático permite a você combinações que serão apresentadas ao lado da paleta de cores, possibilitando combinações ideais de cores.

Color Blender é uma outra ferramenta de cores com um proposta diferente. Nesta você escolhe duas cores diferentes e em seguida escolhe o número de intervalos e clicando em BLEND a ferramenta faz um degradê entre as duas cores no número de vezes escolhido no intervalo.

Unsafe Colormatch a proposta desta ferramenta de cores é possibilitar um arranjo de cores entre fundos, links e letras que serão utilizado no seu site ou blog. Esse arranjo acontece através de paletas de cores que, conforme vamos escolhendo, é aplicado imediatamente em um layout modelo, muito legal.

Com essas ferramentas de cores online será possível a você, de forma simples e prática, escolher as cores para o seu layout e o melhor já podendo utilizar o Hexadecimal diretamente em nossas composições.

 

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A principal áreas do desenvolvimento web é o web design, e essa deve se comunicar com outras áreas correlatas, a partir de um bom planejamento visual. É o que o web design deve proporcionar: uma boa experiência visual ao visitante do site e o sucesso que se almeja.

Para corrigirmos um problema, é preciso conhecê-los antes; por isso, vamos a uma pequena lista com 10 erros básicos de web design que você deve evitar!

 




 

Erros básicos de web design

  1. Usar fontes de difícil leiturabilidade.
  2. Não usar imagens, apenas texto puro.
  3. Textos longos sem parágrafos.
  4. Tamanho da fonte do conteúdo muito pequena.
  5. Elementos em flash, muito pesado.
  6. Texto por cima de background muito colorido.
  7. Muita publicidade, dispersando ou interrompendo a leitura.
  8. Popups indesejáveis.
  9. Conteúdo muito intenso.
  10. Links diferente da cor do texto.

 

1 – Usar fontes de difícil leiturabilidade.

O uso de fonte adequada para a leitura confortável é muito importante para manter a retenção do visitante no seu site, todos os outros elementos (imagens, gráficos etc.) são importantes para tornar o conteúdo agradável, mas é o texto que o visitante buscou quando pesquisou no Google, e esse é que deve ser prestigiado, pois, já ouvistes que o conteúdo é o rei.

 

2 – Não usar imagens, apenas texto puro.

Da mesma forma que a escolha da fonte é importante para tornar o conteúdo agradável, o uso de imagem ajuda a dar mais suporte para o texto, tornando-o mais explicativo. Faça sempre uso de imagens quando desejar um texto de leitura mais agradável.

Mas, lembre-se de não usar imagens em excesso, pois, essas determinarão, também, o tempo de carregamento da página.

 

3 – Textos longos sem parágrafos.

Recomenda-se, parágrafos com 4 ou 5 linhas para tornar a compreensão mais fácil, pois, parágrafos maiores tornam difícil a leitura na tela do computador. Dessa forma para aumentar a entendimento do conteúdo do seu site use sempre essa regra.

 

4 – Tamanho da fonte do conteúdo muito pequena.

Qual o tamanho ideal de fonte para a tela do computador? Esse tamanho deve ser a partir de 16 px, o padrão nos navegadores. Fontes muito pequena torna o texto lido na tela muito desconfortável, claro que as pessoas podem aumentar o tamanho das letras no navegador, mas leve em consideração que essa experiência não é prática de todos. Letras maiores tornam o texto mais fácil de ser lido também por pessoas com mais idade.

 




 

5 – Elementos em flash, muito pesado.

Acredito que você não esteja mais usando banners e outros elementos em flash, mas se ainda o está fazendo, leve em consideração não utilizá-lo mais. Existem outras formas de dar dinâmica a sua página. Se você estiver usando WordPress existem dezenas de plugins que realizam a mesma tarefa.

 

6 – Texto por cima de background muito colorido.

O melhor background para texto é o branco, pois, essa é a relação que as pessoas estão acostumadas na leitura de conteúdo, seja na tela, seja impresso. Mas se você precisa colocar um texto sobre uma imagem de background (fundo), procure sempre usar uma área que permita alto contraste, pois isso facilita a leitura, caso contrário a leitura será muito prejudicada, dificultado a compreensão.

 

7 – Muita publicidade, dispersando ou interrompendo a leitura.

Sabemos que alguns blogs sobrevivem de publicidade, nada mais justo, a questão é a quantidade de publicidade que no final, o visitante nem enxerga e que atrapalha a sequência da leitura, com interrupções.

Noutras ocasiões são tantos pontos chamando a atenção que acabam “enfeiando” a página em que estão, fazendo com que alguns visitantes desistam da visita.

O que se precisa é encontrar um ponto de equilíbrio entre a receita dos Ads e o conteúdo, que é o motivo da visita.

 

8 – Popups indesejáveis.

Em alguns caso, nem bem o visitante entra no site e já lhe pede alguma coisa: likes (curtidas) ou assinatura de Newsletter em troca de uma isca digital (ebook) etc. Sabemos o quanto são irritantes os popup, pois em alguns, até é difícil encontrar o botão (x) de fechar.

Outros só fecham quanto se completa a tarefa, o que é mais odioso, pois, obrigam o usuário a fazer o que não deseja, pois, ele chegou até ali em busca de um informação para solucionar uma dor (problema).

Então, evite ao máximo usar popups a não quando ser estritamente necessário.

 

9 – Conteúdo muito intenso.

Qual o tamanho ideal do conteúdo textual de uma página? Não existe, pois, a página que você está lendo, tem quase 1000 palavras. O que determinará o tamanho é a necessidade do conteúdo, aliado ao bom senso.

Se o conteúdo demanda um texto um pouco mais longo, como no caso de um tutorial, o tamanho pouco importa, pois, se for interessante o visitante o lerá até o final. Se o conteúdo responde a uma questão, não tem razão de ser muito extenso, nesse caso, devemos ir direto ao ponto.

Então, para termos uma ordem de grandeza o conteúdo, digamos ideal, deve ir de 300 a 1000 palavras.

 

10 – Links diferente da cor do texto.

Os três estados principais do link deve ter, pelo menos, duas cores diferente: uma para sinalizar que é um link; a outra para a passagem do mouse sobre ele. O ideal seria uma terceira cor, para link visitado, para o visitante saber que já visitou aquele link e não visitá-lo novamente.

Então, na sua folha de estilo determine os estados do link, ajude o visitante do seu site.

 

Conclusão

Seguindo essa breves orientações você conseguirá uma maior retenção dos visitantes no seu site, pois, tornará as páginas com um melhor design e, por conseguinte, uma maior usabilidade.

Você pode ter mais dicas e orientações no capítulo 6 e 7 do ebook “Tirando o máximo do seu blog” que pode ser lido gratuitamente na Amazon nesse link.

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