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9 dicas para melhorar a qualidade do seu site

Você já se perguntou por que alguns sites são muito mais populares do que outros no mesmo nicho? Embora as preferências sejam diferentes de um usuário da Internet para outro, não há dúvida de que a qualidade do site é um dos fatores cruciais para criar um grupo de seguidores leais e atrair novos leitores.

A maioria identificará o conteúdo de alta qualidade como o principal motivador do site, mas os recursos visuais e a usabilidade são igualmente importantes para fornecer a melhor experiência do usuário.

Mas como se cria um site de qualidade?

Como criar um site de qualidade

Existem várias maneiras de aprimorar a experiência do usuário. Um design inteligente e acessível é essencial para reter leitores e atrair novos.

Sua página inicial é a primeira coisa que é apresentada a um visitante após clicar no link do seu site. Conseqüentemente, os recursos visuais desempenham um papel vital na criação da primeira impressão do visitante. Conteúdo de alta qualidade e boa usabilidade convencem ainda mais seus leitores a seguirem seu site.

Planeje cuidadosamente

Antes de configurar um site, é necessário responder a perguntas como:

  • Qual é o objetivo do seu site?
  • Que tipo de conteúdo você pretende fornecer?
  • Quem é seu públicos-alvo?
  • Como seu site pode agregar valor ao seu público-alvo?

Somente depois de fornecer as respostas a essas perguntas, você poderá prosseguir com a criação de seu site, dando-lhe uma orientação clara sobre quais elementos e seções você deseja incluir na estrutura do site.




Pense em uma boa estrutura e design do site

Orientado pelas respostas às perguntas acima mencionadas, pense em um design que reflita sua empresa, ou se for um site pessoal, sua personalidade. Um bom design do site não apenas fornece uma experiência visual agradável, mas também ajuda a se comunicar com os visitantes. Deixe seu site com uma aparência limpa, não superlotando as páginas com textos e imagens para permitir que os leitores se concentrem em coisas mais importantes.

Elabore uma estratégia de marketing de conteúdo

Como se costuma dizer, o conteúdo é rei. Mas para criar conteúdo de alta qualidade que seu público achará útil, primeiro desenvolva uma estratégia. Prossiga com a elaboração de um calendário de conteúdo com base em seu plano para garantir a entrega consistente de informações e manter seus seguidores engajados.

Permitir uma fácil navegação no site

Depois de fazer um brainstorming sobre as seções específicas que deseja incluir em seu site, organize-as de uma maneira concisa e clara. Certifique-se de que os visitantes não percam em encontrar o que lhes interessa. Clareza e concisão são essenciais, especialmente se você estiver oferecendo produtos ou serviços.

Crie conteúdo de alta qualidade e envolvente

Um ótimo conteúdo ajuda a construir confiança e credibilidade. Para isso, você precisa se colocar no lugar de seus clientes. Os usuários clicam em seu site porque desejam saber se ele pode ajudá-los com problemas específicos. É aí que você precisa se concentrar.

Há uma demanda emergente por conteúdo visual, então carregue fotos com os artigos do seu blog ou crie vlogs. Diversifique o conteúdo criando podcasts, e-books, webinars e outros tipos de conteúdo para aumentar a audiência e a classificação do site.

Use as imagens corretamente

As imagens certas podem melhorar muito o seu site e impactar o engajamento do usuário. No entanto, postar imagens de alta resolução pode prejudicar o tempo de carregamento. Portanto, você deve otimizar as imagens para uso do site.

Certifique-se de que todos os links em seu site funcionam

Ter muitos links quebrados em seu site dá a impressão de que você não leva a sério o fornecimento de informações atualizadas e úteis e afasta clientes em potencial.

Incentive a interação com seus leitores ou seguidores

É sempre uma boa ideia solicitar feedback dos visitantes do seu site. Pergunte a eles como foi a experiência deles em visitar ou explorar seu site. Faça uma pesquisa sobre quais tópicos eles desejam saber mais e produza conteúdo que discuta esses assuntos. Se eles apresentarem uma reclamação, trate-a diretamente para mostrar que o seu público é importante.

Lembre-se de colocar links ou ícones de compartilhamento (facebook, instagram, twitter etc) ​​em seu site para tornar mais fácil para seus seguidores ou leitores compartilharem seu conteúdo.

Mantenha seu site atualizado

Os clientes em potencial podem ficar desanimados ao perceber que seu site está inativo. Mantenha seu site o mais atualizado possível. Você nem sempre precisa escrever novos artigos para blog, pois pode revisar os existentes.

Uma ferramenta útil para atualizar seu site é o recém-lançado Google Page Experience , um sistema que mede a qualidade do seu site. Essa ferramenta usa fatores de classificação de pesquisa, como atualização de velocidade de página e atualização compatível com dispositivos móveis, entre uma série de outros recursos.

Dicas adicionais para melhorar seu site

Se você já tem seu site há algum tempo e não tem certeza de como melhorá-lo, considere o seguinte:

  • Aprenda as noções básicas de SEO. É inútil desenvolver um site de alta qualidade que não seja notado. Faça da otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) uma prioridade para aumentar a visibilidade do site. Comece aprendendo como as palavras-chave podem ajudar seu site a se tornar mais visível por meio do verificador de dificuldade de palavras – chave.
  • Otimize a velocidade de carregamento da página. Se o seu site demorar uma eternidade para carregar, você terá uma alta “taxa de rejeição” ou casos em que um visitante clica no seu site, mas sai sem ver a sua página inicial. Otimize seu site removendo páginas, seções e fotos desnecessárias.
  • Torne seu site compatível com dispositivos móveis. Existem milhões em todo o mundo que usam seus telefones celulares para navegar na Internet. Não fique de fora. Seu site deve ser fácil de visualizar em telefones celulares. Mantenha-o simples e remova o conteúdo desnecessário.

Os segredos para um site atraente e de alta qualidade são a simplicidade e a utilidade. Você não precisa desenvolver um que esteja cheio de imagens de alta resolução ou artigos do tipo enciclopédico. Tudo que você precisa é de um site visualmente atraente que forneça de forma sucinta e estratégica o que o seu público deseja e procura.

Fonte: Orphicpixel

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Agora, você pode estar precisando ou sabe de alguém que esteja precisando CRIAR ou REFAZER UM SITE para um negócio ou melhorar o posicionamento no Google? Pode enviar uma mensagem ou chame no Whatsapp, que te ajudo nessa questão.

O Design de Interfaces baseado na semiótica

A arquitetura do design gráfico de interface, centrado no usuário, deve focar além do comportamento, a apresentação visual baseada no usuário.  Na Interação Humano Computador (HCI), teoria na qual o papel do design é tão importante quanto o papel do usuário, ambos são pontas de um processo de comunicação bilateral. Nesta teoria determina-se a criação de ferramentas que visem melhorar a comunicação entre o designer e o usuário através da interface. Esse método visa equilibrar a balança, dando a devida atenção à apresentação visual da interface gráfica.

Apesar da apreciação estética depender da subjetividade de cada indivíduo, existem critérios comuns utilizados para julgar a beleza de um determinado objeto e padrões estéticos compartilhados por grupos sociais e culturais.

Na semiótica perciana, o signo é a unidade de mediação entre o mundo interno e o externo à nossa mente. Como não podemos ter as coisas literalmente dentro da mente, criamos representações destas para lidarmos com elas. Esse processo é chamado de objetivação ou de aquisição, onde uma coisa é transformada num objeto mental. Isto acontece de três formas: primeiridade, segundidade e terceiridade. A primeiridade é a categoria das qualidades intrínsecas aos objetos, como exemplo, a sensação de calor. A segundidade, buscamos associação de causa e efeito entre dois fenômenos, objetos etc., como entre a fumaça e o fogo. Na terceiridade é que estabelecemos relações sofisticadas o suficiente para entender, por exemplo, que a nossa casa está pegando fogo.

Segundo Pierce, essa três categorias foram criadas para serem aplicadas em qualquer contexto como Categorias Universais. A partir disso, podemos fazer a relação entre o processo de objetivação e os três processos mentais (percepção, emoção e cognição).

Segundo a Psicologia, a percepção é o processo pelo qual adquirimos, interpretamos, selecionamos e organizamos informações sensoriais. A emoção seria o estado mental provocado por estímulos sensoriais e internos (físicos ou psicológicos). Em pesquisas recentes, ambos (percepção e emoção) fariam parte de um processo maior chamado cognição, responsável pela forma como o nosso cérebro processa as informações e aprende conceitos novos.




Primeiridade:  Expectativa perceptuais.

Na primeiridade busca-se descobrir, através de questionários, quais as características mais elementares que são esperadas na apresentação visual da interface. Qual forma deve predominar: quadrada ou redonda? Cores frias ou quente? Claro ou escuro? Etc.

Como o produto final é constituído por uma grande quantidade de objetos e características, não se torna viável descobrir tudo o que o usuário deseja nesse sentido. Para isso precisamos prever escolhas com base em interfaces concorrentes, na identidade visual da empresa e outras fontes, como também, a experiência do próprio designer.

Segundidade: Expectativas emocionais.

Através de um novo questionário, com base no item acima, expõem-se aos usuários alguns produtos, como exemplo, fotos, layouts etc., buscando perceber  a emoção dos pesquisados. Nesta procura-se buscar todas as emoções, que terão que ser organizadas e selecionadas de acordo com a sensibilidade de quem estiver aplicando o método. Aqui poderemos identificar preferência como: cor, fotos, texto, disposição na interface etc.

Terceiridade: Expectativas Cognitivas.

Assim como na terceiridade se forma o signo, na cognição se forma o conhecimento. Existem vários estilos cognitivos que determinam preferências na aquisição do conhecimento, onde, alguma pessoas preferem aprender em uma orem sequencial, enquanto outras em uma ordem hierárquica. No design gráfico interessamos saber de que maneira os usuários irão analisar a apresentação visual e interpretá-la. Através de novas entrevistas isso pode ser percebido.

Conclusão

Os métodos acima permitem lembrar-nos que o design gráfico precisa observar constantemente as expectativas dos usuários em seus projetos, contribuindo para a tomada de decisões. Sabendo o que os usuários esperam os designer pode inclusive superá-los com algo melhor do que haviam imaginado. Essa forma de pesquisa é muito útil quando sabidamente, há carência de idéias para o design da interface. Partindo do zero é possível criar um conceito bastante sofisticado para a apresentação visual da interface sustentado através de pesquisas com o público alvo.

Design Livre, você sabe o que é?

Design Livre não é a mera utilização de ferramentas de código aberto na execução de projetos. Embora elas sejam de fato utilizadas e preferidas quando possível, a proposta do Design Livre é abrir o processo de desenvolvimento.

A presença do design na sociedade está sendo cada vez mais percebida e repensada por outras áreas; design está sendo entendido como uma das áreas capazes de lidar com a complexidade da vida moderna; a unidade na diversidade de fundamentos que alicerçam o design tornam-o plenamente inclusivo e, ao mesmo tempo, coerente. Design, em sua essência, é sobre fazer plano

A contribuição mais importante do design é a ênfase em documentar, compartilhar e abrir o processo de design. Não basta colaboração, é preciso também meta-colaboração, ou seja, definir em conjunto como será o trabalho colaborativo. As discussões sobre quais ferramentas usar, que etapas o projeto terá, como serão organizadas as tarefas são todas abertas à participação e ficam documentadas para posterior consulta ou reprodução em outros projetos. Então…

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O que é design de serviços?

Design de serviços ajuda a criar novos serviços ou melhorar os já existentes para torná-los mais úteis e desejáveis para os clientes, e mais eficientes para as organizações provedoras de serviço, utilizando uma visão holistica, multidisciplinar e integrada. (Stefan Moritz, 2005).

A abordagem multidisciplinar não é só discurso: duas características que diferenciam o design de serviços são a co-criação (a participação dos stakeholders no processo de design) e a visão além da interface digital (todos os pontos de contato com o consumidor, incluindo publicidade, materiais físicos e sinalização em pontos de venda são considerados como elementos de design).




Os cinco princípios do design de serviços

É centrado no usuário: os serviços devem ser modelados pelo olhar e experiência do consumidor. É a construção de uma linguagem compartilhada sobre o serviço; a linguagem dos usuários. É fundamental entender, registrar e gerar empatia no provedor do serviço por meio desta linguagem para elaborar ou melhor um serviço.

É co-criativo: todos os stakeholders participam da concepção ou da melhoria do serviço. O papel do designer é ser facilitador na geração e na avaliação de ideias dentro de grupos heterogêneos. Quanto maior o envolvimento das partes no desenho do serviço, maior será o engajamento e lealdade posterior.

É sequenciado: um serviço é a sequência de ações relacionadas e deve ser visto por meio de duas lentes: Front Stage (onde as interações com os consumidores acontecem) e o Back Stage (o que acontece por trás do palco, a preparação e os trabalhos que acontecem durante a entrega do serviço).

É evidente: serviços são intangíveis, e podemos fazer com que artefatos físicos evidenciem ou moderem a expectativa e disponibilidade de um determinado serviço. Um exemplo clássico, em hotéis, é o chocolate em cima de uma cama arrumada

É holístico: o ambiente inteiro em que um serviço é prestado deve ser considerado. Obviamente é uma ilusão pensar que todos os detalhes serão trabalhados, mas devemos sempre ter a intenção de observar o contexto maior em que o serviço é prestado – conscientemente notar quais são os caminhos alternativos em que o consumidor irá acessar o serviço é uma enorme vantagem competitiva. Pensar nos aspectos humanos e organizacionais é imperativo.

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Design Thinking, Quais os Seus Objetivos?

Como funciona o Design Thinking?

Design thinking é um processo para buscar de forma prática e criativa, a solução de problemas e questões que precisam de um resultado melhor no futuro. Combina empatia, criatividade e racionalidade para encontrar as necessidades reais do cliente. Está intimamente ligado ao envolvimento das pessoas, a cocriação e a renovação.

 




1. Buscar as Necessidade do Usuário (Need Finding): Nessa etapa tentamos identificar quais são as maiores dificuldades do usuário. Temos que botar a mão na massa e observar o usuário, desenvolvendo empatia por ele e por sua circunstância. Isso não se faz através de questionários, mas sim saindo para a rua, observando usuários verdadeiramente e documentando suas vidas

2. Desenvolver um Ponto de Vista: O propósito dessa etapa é sentar com o seu time e digerir os dados que encontraram nas observações prévias. Provavelmente terão encontrado diversas necessidades dos usuários e começarão a criar diversas hipóteses de como solucioná-las. O ideal é tentar identificar uma ou duas necessidades principais e encontrar uma solução geral de como atender a essas necessidades. Como tudo nesse processo, o seu ponto de vista pode e deve mudar ao decorrer do processo, então não precisa estar perfeito.

 

3. Gerar Ideias para Soluções: Nessa etapa o time se junta para criar ideias, geralmente através de um processo de brainstorm, ligadas ao ponto de vista que você desenvolveu. No final dessa etapa, tente escolher as soluções preferidas do grupo para começar a testá-las.

 




4. Testar Protótipos: Agora temos que criar as soluções – de um modo barato, rápido e imperfeito – e testá-las no mercado real. O objetivo é poder testar o maior número de protótipos no menor tempo possível, e catalogar o desempenho de cada um.

5. Iterar: Ao testar cada protótipo, é necessário avaliar o que funcionou e o que não funcionou. Assim, a próxima versão poderá ser um pouco melhor. Muitas vezes o resultado de um teste pode levar à decisão desistir de uma determinada solução, ou até de re-avaliar o ponto de vista e criar um novo se necessário.

Onde eu posso saber mais sobre Design Thinking?

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