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Que fonte é essa?

Certamente você já passou por este problema, ter que identificar uma fonte, letra, tipografia ao receber um impresso, um logotipo etc., e te informam que quem fez não está mais na empresa ou perderam o contato… Com boa vontade você procura nos computadores, mas seu esforço não é recompensado, pois você não encontra nada parecido, e te informam que tem que ser aquela tipografia.




Uma outra situação parecida é você ter gostado da tipografia de um logotipo e gostaria de saber qual é ou como conseguir algo parecido. Então, nos vem a cabeça uma pergunta: tem como identificar uma tipografia em algum site ou ferramenta, fornecendo uma imagem?

Tem sim. O  What The Font com certeza vai te ajudar, você somente precisa fornecer uma imagem da tipografia e em instantes várias opções te são mostradas para você escolher, você confirma os tipos e pronto, é só escolher na relação a tipografia mais próxima.

Veja um exemplo:

Essa imagem é um exemplo do resultado, com um recorte da página, as vezes as opções passam de dez, cada uma com uma pequena variação e quando chegar a mais próxima é só clicar em “Get it” e realizar a negociação.

Faça um teste em: http://www.myfonts.com/WhatTheFont/

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13 Características necessárias para um site de negócios de sucesso

Um site de negócios deve ter um texto persuasivo que permita aos visitantes realizar a ação desejada. Antes de começar a fazer seu site ou planejar contratar um designer, aprenda sobre as características necessárias que um site de negócios deve ter:

Uma página de contato de fácil acesso

Você não pode responder a todas as perguntas possíveis de seus clientes no site, portanto, seu site deve ter uma página de contato de fácil acesso.

Links para as mídia social

Na atualidade, as redes sociais são muito importantes e as pessoas preferem ter uma conversa lá, portanto, links de mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter, etc. devem ser adicionados no seu site.

Página sobre nós

Um site bem dimensionado tem que ter necessariamente uma página detalhada sobre nós que permite aos visitantes saber sobre a empresa. Isso ajuda a construir confiança no negócio da empresa.

Depoimentos de clientes

Os depoimentos de clientes são a prova de que você satisfaz às pessoas com seus serviços ou produtos. Eles ajudam a construir a confiança do usuário em você e suas propostas, nunca deixe de pedir um depoimento para o seu negócio.




Frase de atração

É uma característica muito importante. Sua chamada para ação deve ser clara e direcionada para a ação que você deseja que seu visitante execute, no seu site, um simples “clique aqui e saiba mais” depois de uma proposta é muito importante para o seu negócio crescer.

Caixa de assinatura de e-mail

Você pode aumentar seus leads pedindo às pessoas que assinem o boletim informativo por e-mail. Enviar por e-mail é uma forma muito eficaz de transmitir novas ofertas e descontos e atrair usuários.

Fotos de sua equipe

Fotos reais de sua equipe dão a garantia ao visitante de que este é um serviço autêntico. Eles também ajudam a construir uma conexão entre você e o usuário.

Conteúdo sem erros

Encontrar erros no conteúdo desmotiva o visitante a ler e verificar mais o site. Sua empresa parecerá pouco profissional e barata por causa disso.

Horários de funcionamento

Se você é um serviço que funciona em horários específicos em um dia, deve adicionar essas horas de forma clara em seu site. Torne-os fáceis de encontrar e lembrar.

Links curto e simples

Endereços da web longos e complexos são pouco atraentes e difíceis de lembrar. Os visitantes evitam ir ao site com endereços da web longos. Use siglas em vez de palavras completas, por exemplo.




Hospedagem do site de boa qualidade

Se você usar hospedagem barata, seu site carregará bem mais devagar. O melhor tempo de carregamento para um site é de 3 a 5 segundos; qualquer coisa mais longa do que isso fará com que você perca visitantes. E lembre-se o seu concorrente estará sempre a um link de distância.

Um Sitemap

Esta é uma característica muito importante de um site de negócios. Seus visitantes e mecanismos de pesquisa podem encontrar facilmente qualquer página que desejam com a ajuda do mapa do site.

Processo de pedido simples

Seja para um serviço ou um produto, seu processo de pedido não deve ser complicado e demorado. Tente torná-lo o mais simples possível.

Certifique-se sempre de que sua mensagem do seu site, seja clara e que esteja proporcionando facilidade aos visitantes. Fique conectado com seus visitantes, ouça suas dúvidas e responda o mais rápido que puder. Escreva conteúdo atraente, mas não use linguagem complexa que seus usuários não sejam capazes de entender.
Espero que tenha gostado desse artigo.

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9 dicas para melhorar a qualidade do seu site

Você já se perguntou por que alguns sites são muito mais populares do que outros no mesmo nicho? Embora as preferências sejam diferentes de um usuário da Internet para outro, não há dúvida de que a qualidade do site é um dos fatores cruciais para criar um grupo de seguidores leais e atrair novos leitores.

A maioria identificará o conteúdo de alta qualidade como o principal motivador do site, mas os recursos visuais e a usabilidade são igualmente importantes para fornecer a melhor experiência do usuário.

Mas como se cria um site de qualidade?

Como criar um site de qualidade

Existem várias maneiras de aprimorar a experiência do usuário. Um design inteligente e acessível é essencial para reter leitores e atrair novos.

Sua página inicial é a primeira coisa que é apresentada a um visitante após clicar no link do seu site. Conseqüentemente, os recursos visuais desempenham um papel vital na criação da primeira impressão do visitante. Conteúdo de alta qualidade e boa usabilidade convencem ainda mais seus leitores a seguirem seu site.

Planeje cuidadosamente

Antes de configurar um site, é necessário responder a perguntas como:

  • Qual é o objetivo do seu site?
  • Que tipo de conteúdo você pretende fornecer?
  • Quem é seu públicos-alvo?
  • Como seu site pode agregar valor ao seu público-alvo?

Somente depois de fornecer as respostas a essas perguntas, você poderá prosseguir com a criação de seu site, dando-lhe uma orientação clara sobre quais elementos e seções você deseja incluir na estrutura do site.




Pense em uma boa estrutura e design do site

Orientado pelas respostas às perguntas acima mencionadas, pense em um design que reflita sua empresa, ou se for um site pessoal, sua personalidade. Um bom design do site não apenas fornece uma experiência visual agradável, mas também ajuda a se comunicar com os visitantes. Deixe seu site com uma aparência limpa, não superlotando as páginas com textos e imagens para permitir que os leitores se concentrem em coisas mais importantes.

Elabore uma estratégia de marketing de conteúdo

Como se costuma dizer, o conteúdo é rei. Mas para criar conteúdo de alta qualidade que seu público achará útil, primeiro desenvolva uma estratégia. Prossiga com a elaboração de um calendário de conteúdo com base em seu plano para garantir a entrega consistente de informações e manter seus seguidores engajados.

Permitir uma fácil navegação no site

Depois de fazer um brainstorming sobre as seções específicas que deseja incluir em seu site, organize-as de uma maneira concisa e clara. Certifique-se de que os visitantes não percam em encontrar o que lhes interessa. Clareza e concisão são essenciais, especialmente se você estiver oferecendo produtos ou serviços.

Crie conteúdo de alta qualidade e envolvente

Um ótimo conteúdo ajuda a construir confiança e credibilidade. Para isso, você precisa se colocar no lugar de seus clientes. Os usuários clicam em seu site porque desejam saber se ele pode ajudá-los com problemas específicos. É aí que você precisa se concentrar.

Há uma demanda emergente por conteúdo visual, então carregue fotos com os artigos do seu blog ou crie vlogs. Diversifique o conteúdo criando podcasts, e-books, webinars e outros tipos de conteúdo para aumentar a audiência e a classificação do site.

Use as imagens corretamente

As imagens certas podem melhorar muito o seu site e impactar o engajamento do usuário. No entanto, postar imagens de alta resolução pode prejudicar o tempo de carregamento. Portanto, você deve otimizar as imagens para uso do site.

Certifique-se de que todos os links em seu site funcionam

Ter muitos links quebrados em seu site dá a impressão de que você não leva a sério o fornecimento de informações atualizadas e úteis e afasta clientes em potencial.

Incentive a interação com seus leitores ou seguidores

É sempre uma boa ideia solicitar feedback dos visitantes do seu site. Pergunte a eles como foi a experiência deles em visitar ou explorar seu site. Faça uma pesquisa sobre quais tópicos eles desejam saber mais e produza conteúdo que discuta esses assuntos. Se eles apresentarem uma reclamação, trate-a diretamente para mostrar que o seu público é importante.

Lembre-se de colocar links ou ícones de compartilhamento (facebook, instagram, twitter etc) ​​em seu site para tornar mais fácil para seus seguidores ou leitores compartilharem seu conteúdo.

Mantenha seu site atualizado

Os clientes em potencial podem ficar desanimados ao perceber que seu site está inativo. Mantenha seu site o mais atualizado possível. Você nem sempre precisa escrever novos artigos para blog, pois pode revisar os existentes.

Uma ferramenta útil para atualizar seu site é o recém-lançado Google Page Experience , um sistema que mede a qualidade do seu site. Essa ferramenta usa fatores de classificação de pesquisa, como atualização de velocidade de página e atualização compatível com dispositivos móveis, entre uma série de outros recursos.

Dicas adicionais para melhorar seu site

Se você já tem seu site há algum tempo e não tem certeza de como melhorá-lo, considere o seguinte:

  • Aprenda as noções básicas de SEO. É inútil desenvolver um site de alta qualidade que não seja notado. Faça da otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) uma prioridade para aumentar a visibilidade do site. Comece aprendendo como as palavras-chave podem ajudar seu site a se tornar mais visível por meio do verificador de dificuldade de palavras – chave.
  • Otimize a velocidade de carregamento da página. Se o seu site demorar uma eternidade para carregar, você terá uma alta “taxa de rejeição” ou casos em que um visitante clica no seu site, mas sai sem ver a sua página inicial. Otimize seu site removendo páginas, seções e fotos desnecessárias.
  • Torne seu site compatível com dispositivos móveis. Existem milhões em todo o mundo que usam seus telefones celulares para navegar na Internet. Não fique de fora. Seu site deve ser fácil de visualizar em telefones celulares. Mantenha-o simples e remova o conteúdo desnecessário.

Os segredos para um site atraente e de alta qualidade são a simplicidade e a utilidade. Você não precisa desenvolver um que esteja cheio de imagens de alta resolução ou artigos do tipo enciclopédico. Tudo que você precisa é de um site visualmente atraente que forneça de forma sucinta e estratégica o que o seu público deseja e procura.

Fonte: Orphicpixel

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O Design Como Diferencial Competitivo Nos Negócios

Design e seus desafios nas Micro e Pequenas Empresas.

Empreender por necessidade é uma das grandes razões de pessoas se aventurarem no mundo dos negócios e isso, com algumas exceções, pode decorrer em empreendimentos sem capital compatível com o porte do negócio, sem planejamento estratégico que direcione a competitividade dos empreendimentos e sem o devido preparo de seus proprietários, o que acarreta na morte prematura dos empreendimentos. Como se proteger desse fato.

 




Competitividade para a pequena e micro empresa, em um mundo globalizado, requer empenho do empresário no que tange a sua capacitação em gestão de negócios, em desenvolver um olhar crítico às oportunidades e em observar atentamente as tendências de consumo. Porém mais do que empenho, este empresário necessita criar um diferencial competitivo que identifique a sua empresa como inovadora, criativa e ousada, disponibilizando produtos e serviços necessários e adequados às exigências do mercado.

Os empresários de pequenas e micro empresas, sejam eles dos setores de comércio, indústria, serviços, ao optarem pelo estabelecimento de estratégias de competitividade para seus negócios devem considerar as variantes inerentes ao processo de implantação dessas estratégias – planejamento, viabilidade, custos, recursos humanos, inovação tecnológica, questões ambientais, questões sociais, criatividade – são algumas destas variáveis. O Design deve compor esta lista em função de sua crescente importância na relação entre produtos/serviços e o mercado, atuando como uma ferramenta estratégica de negócios. O design deixa de ser percebido apenas como uma intervenção estética e pontual, passando então a assumir a tarefa de lançar olhares atentos para o futuro, mapear tendências, propor o melhor aproveitamento de insumos, propor melhorias nos processos de planejamento e produção, além de propor um diálogo aberto com o consumidor, entendendo as suas necessidades e transformando-as em produtos e serviços desejados e esperados.

 

O design como um processo de gestão

Trabalhar com o conceito de que design refere-se ao processo projetual de um produto ou serviço e que, por conta disso, pode se configurar como uma importante ferramenta de gestão causa resistência e certo estranhamento frente à grande maioria dos empresários de micro e pequenas empresas. Por hábito, esses profissionais observam o design como algo supérfluo, de aparência e financeiramente inviável devido à percepção de altos custos de investimento, portanto longe de suas possibilidades de contratação para a inserção no processo produtivo das empresas.

 




Apesar de uma boa estética ou de um adequado projeto gráfico de comunicação de uma empresa contribuir para a exposição positiva de uma marca, de um produto ou serviço, o design ao entrar no final do ciclo de produção de um produto ou serviço, com uma intervenção especifica e pontual, deixa de contribuir positivamente ao longo do processo projetual.

Para que, de fato, o design possa desempenhar o papel de ferramenta de gestão estratégica nos processos produtivos das micro e pequenas empresas, há a necessidade de um trabalho de sensibilização e convencimento à classe empresarial.

O design deve passar a ser percebido pelos empreendedores como fator determinante na nova concepção de comunicação de valores, de identidade e até mesmo de usos e costumes. O on demand, a peça exclusiva produzida conforme a identificação, a necessidade e a vontade de consumidores, têm hoje, maior valor de mercado.

“Em mercados cada vez mais competitivos, vence quem consegue gerar uma identificação profunda entre o produto e seu público; e uma marca torna-se especialmente forte quando se confunde com a própria identidade e história do sujeito consumidor.”

 

O foco volta-se para o consumidor

A mudança deve começar com o redirecionamento do foco estratégico das empresas. Ao focar o consumidor, as MPEs passam a ter respostas de mercado reais, mais ágeis e atualizadas para sua produção, o que acarreta produtos projetados de acordo com as tendências de consumo.




É fato termos hoje oferta de produtos e serviços no mercado que se confundem com commodities, ou seja, produtos e serviços cada vez mais parecidos, que apresentam características semelhantes, que desempenham as mesmas funções e que se assemelham até mesmo com os custos de produção e valores de venda. A concorrência é acirrada e confunde o consumidor que não tem subsídios para escolher um produto em detrimento de outro. A compra se concretiza não por convicção do comprador na escolha do produto, mas sim pela disponibilidade, pela ocasião, por questões econômicas e até mesmo por questões ligadas ao desinteresse de escolha.

Ao observarmos o consumidor, teremos à nossa disposição sinais emitidos com frequência sobre seus anseios, suas necessidades, seus interesses de consumo. A diversidade de perfis de consumidores é grande e será preciso preparar-se para entender os seus comportamentos para que possamos decifrá-los e transformá-los em produtos e serviços. Não caberá ao empresário a tarefa de decifrar sozinho esses códigos, porém caberá a ele a tarefa de criar um ambiente favorável em sua empresa que possibilite a inserção de ações inovadoras, criativas e inusitadas, favorecendo o processo projetual de seus produtos e serviços e colocando no mercado não mais um simples produto, mas sim um produto agregado de valores que são caros (importantes) ao consumidor.

O design permeia todo o processo de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento), com proposta de foco no consumidor, desenhando novas estratégias para as análises do consumo atual, do consumo latente e as oportunidades futuras de consumo.

Os produtos deverão cada vez mais se confrontar com um novo protagonista de mercado: o consumidor autor – aquele que possui a inovação. Falar hoje de inovação significa dar ao design e à criatividade um papel que até pouco pertencia quase que exclusivamente à tecnologia e que assume uma importância central nas diferentes gerações .

O design, ao agregar aos negócios um diferencial competitivo, desenvolvido por uma estratégia de observação do consumidor, amplia o poder de interação entre o produto e o cliente. Cabe ao empreendedor o papel de saber decifrar as necessidades desse consumidor e transformá-las em produtos e serviços acessíveis e compatíveis com uma demanda exigente. O consumidor, ao ter a percepção de que suas necessidades estão sendo observadas, atendidas e/ou superadas, passa a ter maior identificação com a marca, criando um elo de confiança, de respeito e comprometimento.

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Porque ter um site é MUITO importante

Um site é um conjunto de páginas desenvolvidas para ser colocada na internet, podendo ser acessado através de um endereço do tipo www.suaempresa.com.br.  Neste site constarão informações sobre sua empresa, produtos e tudo aquilo que lhe interessar divulgar, além de efetuar vendas, comunicação com o cliente etc.

Por que ter um site é importante?

Porque a Internet não é mais curiosidade, é uma necessidade de qualquer negócio estar neste novo meio. Além disso, a Internet é o veículo de comunicação mais rápido e barato de divulgar, vender, anunciar e acompanhar as demandas dos seus clientes.

Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Pode-se dizer que a Internet é o canal de divulgação e vendas que mais cresce no Mundo. Só no Brasil são  milhões de Internautas, que diariamente estão procurando a solução de suas necessidades e desejos.




Existem milhares de maneiras de se usar um site para diversas finalidades. Os sites Web são multimídia – podemos ter texto, imagens gráficas, áudio e vídeo e são interativos – pode se escolher o que se quer ver na ordem desejada. O principal limite (fora os custos) para o que um site pode fazer, é a imaginação. Abaixo, alguns exemplos de usos dos sites:

Propaganda: um site Web é a sua presença na mais recente das mídias. Como mídia, a Internet é interativa, instantânea, de baixo custo e grande abrangência potencial, além de estar na moda… Não deixe seu cliente visitar o site do seu concorrente e não encontrar o seu…

Serviço ao Cliente: sites Web podem ser usados como atendimento ao cliente 24 horas por dia. O site pode conter instruções de uso de seus produtos, explicar os seus serviços, responder às perguntas mais frequentes de seus clientes, receber pedidos e cotações, coletar sugestões e críticas dos clientes, etc.

Escritórios e Lojas Virtuais: seu site Web pode desempenhar essas funções, mostrando seus produtos e serviços com explicações, fotos, vídeo e som. Ele pode inclusive receber pedidos dos clientes. Seu escritório ou loja virtual abre 24 h por dia para milhões de pessoas ao redor do mundo, e você não tem de contratar vendedores para sua loja virtual nem atendentes para os escritórios virtuais.

Publicação on-line de revistas e jornais da sua empresa: sem custos e de fácil atualização.

Catálogos Eletrônicos: use versões digitais de seus catálogos e manuais de produtos. Seus clientes podem solicitar seus catálogos eletrônicos 24 por dia e recebê-los imediatamente, atualizados sempre que necessários. Sem custo de impressão e sem custos de envio.

Quanto custa ter um site?

O preço de um site depende da necessidade do cliente, do projeto a ser desenvolvido, mas por certo é mais econômico do que os custos que a empresa gastaria com folders, além de possuir muitas vantagens sobre todas as mídias impressas.

O que não se pode fazer num site?

Quando você lê um jornal, é automaticamente atraído para anúncios bem feitos, coloridos e explicativos, ao mesmo tempo em que ignora completamente os anúncios mal-feitos (ou os olha para apenas pensar: “Que anúncio horrível. Lembre-se de nunca comprar nessa empresa”). O mesmo acontece com a Internet. Sites mal elaborados (onde o usuário tem que dar mil voltas para achar a informação que deseja) e com gráficos mal-feitos servem apenas para afastar clientes de sua empresa.

Não é mais possível pedir ao “sobrinho do seu amigo que entende de computador” para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível.

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O Design de Interfaces baseado na semiótica

A arquitetura do design gráfico de interface, centrado no usuário, deve focar além do comportamento, a apresentação visual baseada no usuário.  Na Interação Humano Computador (HCI), teoria na qual o papel do design é tão importante quanto o papel do usuário, ambos são pontas de um processo de comunicação bilateral. Nesta teoria determina-se a criação de ferramentas que visem melhorar a comunicação entre o designer e o usuário através da interface. Esse método visa equilibrar a balança, dando a devida atenção à apresentação visual da interface gráfica.

Apesar da apreciação estética depender da subjetividade de cada indivíduo, existem critérios comuns utilizados para julgar a beleza de um determinado objeto e padrões estéticos compartilhados por grupos sociais e culturais.

Na semiótica perciana, o signo é a unidade de mediação entre o mundo interno e o externo à nossa mente. Como não podemos ter as coisas literalmente dentro da mente, criamos representações destas para lidarmos com elas. Esse processo é chamado de objetivação ou de aquisição, onde uma coisa é transformada num objeto mental. Isto acontece de três formas: primeiridade, segundidade e terceiridade. A primeiridade é a categoria das qualidades intrínsecas aos objetos, como exemplo, a sensação de calor. A segundidade, buscamos associação de causa e efeito entre dois fenômenos, objetos etc., como entre a fumaça e o fogo. Na terceiridade é que estabelecemos relações sofisticadas o suficiente para entender, por exemplo, que a nossa casa está pegando fogo.

Segundo Pierce, essa três categorias foram criadas para serem aplicadas em qualquer contexto como Categorias Universais. A partir disso, podemos fazer a relação entre o processo de objetivação e os três processos mentais (percepção, emoção e cognição).

Segundo a Psicologia, a percepção é o processo pelo qual adquirimos, interpretamos, selecionamos e organizamos informações sensoriais. A emoção seria o estado mental provocado por estímulos sensoriais e internos (físicos ou psicológicos). Em pesquisas recentes, ambos (percepção e emoção) fariam parte de um processo maior chamado cognição, responsável pela forma como o nosso cérebro processa as informações e aprende conceitos novos.




Primeiridade:  Expectativa perceptuais.

Na primeiridade busca-se descobrir, através de questionários, quais as características mais elementares que são esperadas na apresentação visual da interface. Qual forma deve predominar: quadrada ou redonda? Cores frias ou quente? Claro ou escuro? Etc.

Como o produto final é constituído por uma grande quantidade de objetos e características, não se torna viável descobrir tudo o que o usuário deseja nesse sentido. Para isso precisamos prever escolhas com base em interfaces concorrentes, na identidade visual da empresa e outras fontes, como também, a experiência do próprio designer.

Segundidade: Expectativas emocionais.

Através de um novo questionário, com base no item acima, expõem-se aos usuários alguns produtos, como exemplo, fotos, layouts etc., buscando perceber  a emoção dos pesquisados. Nesta procura-se buscar todas as emoções, que terão que ser organizadas e selecionadas de acordo com a sensibilidade de quem estiver aplicando o método. Aqui poderemos identificar preferência como: cor, fotos, texto, disposição na interface etc.

Terceiridade: Expectativas Cognitivas.

Assim como na terceiridade se forma o signo, na cognição se forma o conhecimento. Existem vários estilos cognitivos que determinam preferências na aquisição do conhecimento, onde, alguma pessoas preferem aprender em uma orem sequencial, enquanto outras em uma ordem hierárquica. No design gráfico interessamos saber de que maneira os usuários irão analisar a apresentação visual e interpretá-la. Através de novas entrevistas isso pode ser percebido.

Conclusão

Os métodos acima permitem lembrar-nos que o design gráfico precisa observar constantemente as expectativas dos usuários em seus projetos, contribuindo para a tomada de decisões. Sabendo o que os usuários esperam os designer pode inclusive superá-los com algo melhor do que haviam imaginado. Essa forma de pesquisa é muito útil quando sabidamente, há carência de idéias para o design da interface. Partindo do zero é possível criar um conceito bastante sofisticado para a apresentação visual da interface sustentado através de pesquisas com o público alvo.

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Como ser um designer “antenado” com o mundo…

Steve Jobs deixou sua marca na história da humanidade, assim como um legado que propiciou um novo comportamento digital para gerações futuras. Produtos inovadores fizeram com que os usuários aprendessem a lidar com novas plataformas.

Se você é designer ou mesmo seja um apaixonado pelo design, não deixe de saber mais sobre a vida de Steve Jobs, o cara é fantástico. Tomamos conhecimento de que era uma pessoa difícil, mas isso faz parte da sua genialidade em design, marketing e em todas as área que se “meteu”.

Assista ao vídeo abaixo.

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Técnicas e métodos de Arquitetura de Informação para sites

A internet, fornece condições para que pessoas construam e distribuam conhecimentos cada vez mais de forma colaborativa.

Com o surgimento de ferramentas de construção rápida de páginas web, precipitou um aumento descontrolado gerando caos informacional, onde a busca de informações relevantes e a navegação podem tornar a tarefa difícil aos internautas.

Diante disso, investigam-se princípios, técnicas e métodos de Arquitetura de Informação de sites permitindo desenvolvimento de ambientes informacionais digitais mais eficientes.

A Arquitetura da Informação teve sua origem nos anos 1960 através do designer gráfico e arquiteto Richard Saul Wurman, onde, na tentativa de descrever como: construções, transportes e pessoas interagiam entre si no ambiente urbano, objetivando saber como essas informações poderiam ser reunidas, organizadas e apresentadas de diversas formas e a públicos diversos.




A partir de uma visão ampla, a Arquitetura é responsável pelo planejamento e pela construção de estruturas e locais físicos, como, a entrada principal de um edifício; os números de andares; quantos meios de acesso aos demais andares: se por elevador social, de serviço, escadas, etc., as necessidades de locomoção, dentre outras informações.

De forma análoga, é deste modo que a Arquitetura de Informação atua sobre os web sites, determinando primeiramente o público e objetivos, e a forma de atingí-los com eficácia e eficiência. Por meio de desenhos, tenta-se traçar os possíveis caminhos identificando o que pode ser interessante para o visitante.

Para Straioto, a Arquitetura da Informação refere-se ao desenho das informações: texto, imagens e multimídia que são apresentados no computador, a classificação dessas informações em agrupamentos de acordo com os objetivos do site e as necessidades do usuário.

Rosenfeld e Morville apresentam algumas definições sobre a Arquitetura da Informação:

  1. Combinação entre esquemas de organização, nomeação e navegação dentro de um sistema de informação;
  2. Design estrutural de um espaço de informação a fim de facilitar a realização de tarefas e o acesso intuitívo a conteúdos;
  3. É a ciência de estruturar e classificar websites e intranets a fim de ajudar as pessoas a encontrar e a gerenciar informação;
  4. É uma disciplina emergente e uma continuidade de práticas, focada em trazer para o contexto digital os princípios de design e da arquitetura.

Rosenfeld e Morville afirmam ainda que, a Arquitetura da Informação é constituída por sistemas de organização, navegação, rotulagem e busca, visando a criação de estruturas digitais que priorizam a organização em consonância com o conteúdo, o contexto e o usuário potencial.

Para Nielsen, o objetivo da Arquitetura da Informação deve ser o de estruturar o site “para espelhar as tarefas dos usuários e suas visões do espaço de informação”.

Dessa forma, analisando os sistemas da Arquitetura da Informação Digital em módulos, pode-se observar que o sistema de organização como um todo é responsável pela estruturação dos conteúdos que irão compor o website e é nele que terão que ser bem definidos os critérios de disposição dos itens informacionais, observando os esquemas e/ou estruturas que melhor satisfaçam a necessidade dos usuários sem comprometer a navegabilidade do web site.

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Os pilares do design segundo Steve Jobs

Steve Jobs deixou sua marca na história da humanidade, assim como um legado que propiciou um novo comportamento digital para gerações futuras. Produtos inovadores fizeram com que os usuários aprendessem a lidar com novas plataformas.

Durante seu período na Apple, Jobs deixou lições importantes para o design:

Forma, acima de tudo

A Apple já era conhecida pelas formas irreverentes de seus produtos, o que só veio a se aperfeiçoar com seu legado. Seu pai, como marceneiro, já lhe havia dado lições de forma e sua importância, como ele mesmo dizia “é importante construir os fundos de um gabinete ou de uma cerca, mesmo quando ficarão escondidos”. Assim, a ideia da forma completa de um produto, tanto por dentro, como por fora, é a primeira lição de design que Jobs nos deixa.




Simpatia, Foco e Atribuição

Jobs em seu livro “The Apple Marketing Philosophy”, enfatiza que o primeiro ponto de ação é a simpatia, como uma íntima conexão entre os sentimentos das necessidades do usuário. O segundo é o foco, necessário para eliminar as oportunidades não importantes, assim não haveria desperdício de criatividade. A terceira, não menos importante: atribuições. Segundo Jobs “as pessoas julgam, sim, o livro pela capa. Podemos não ter os melhores produtos, mas atribuímos o desejo por eles”.

Tecnologias agraváveis

Esse deve ter sido o conceito mais importante que Jobs implantou nos produtos da Apple. Ele nos mostrou que produtos de tecnologia poderiam ter uma interface amigável, agradável e de fácil entendimento ou que, indiretamente, personificassem humanos e não máquinas.

Passado inspira simplicidade para o futuro

Jobs sentia que a simplicidade do design estava diretamente ligada a produtos de fácil utilização. A carga genética e o inconsciente coletivo estão presentes de forma explícita em suas interfaces. Jobs ajudou a desenvolver uma nova interação entre máquinas e humanos. Fazendo com que eles literalmente “falem a mesma língua”.

 

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