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A Vantagem do Design Centrado no Usuário

Cada vez mais, as empresas estão adotando o design centrado no usuário (UCD) para melhorar seus produtos e serviços. As empresas devem ir além de manter suas ofertas existentes. Elas devem repensar seus mercados existentes e explorar novos mercados que se utilizem de seus pontos fortes, capacidades, canais e marcas, particularmente à medida que os mercados se expandem e se especializam. O UCD define um conjunto de métodos que incorporam as necessidades dos usuários no desenvolvimento de produtos e serviços para cortar custos, fomentar inovações reais e fornecer uma vantagem estratégica em relação aos competidores.




  • Reduzindo custos. O UCD solicita a ajuda dos usuários para expor problemas e detectar falhas o quanto antes no processo de desenvolvimento. Ele fornece mecanismos baratos para reduzir custos para corrigir problemas em ciclos de desenvolvimento posteriores e os custos de falhas depois que um produto ou serviço é lançado.
  • Fomentando inovação real. O UCD estuda o comportamento dos usuários enquanto estes interagem com um produto ou serviço dentro do seu contexto da vida real. Ao fazer isso, ele expõe as necessidades que os usuários não estão cientes ou que poderiam não se capazes de articular. Essas ideias e a exposição direta à experiência do usuário levam a melhorias não óbvias e ao desenvolvimento de produtos e serviços verdadeiramente inovadores.
  • Fornecendo uma vantagem estratégica. O UCD considera todos os fatores da experiência dos usuários: cultural, social, cognitivo e físico. Ao criar um entendimento mais profundo do usuário, ele permite a oportunidade de estabelecer relacionamentos a longo prazo, os quais resultam em uma maior ressonância da marca, lealdade dos consumidores e vantagem estratégica sobre os competidores.




O objetivo do UCD é estabelecer um completo entendimento dos usuários e suas necessidades permitindo às empresas uma sintonia fina das ofertas correntes e uma identificação das oportunidades emergentes para verdadeiramente oferecer suporte às vidas dos usuários.

Ariane Kempler (designer independente e consultora de pesquisa. Tem mestrado em Design Centrado no Ser Humano pelo instituto de Tecnologia de Ilinois e tem desenvolvido produtos inovadores e serviços para IDEO e Razorfish.

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Vetorizar Fotos ou Imagens Online

Dois alunos do Laboratório de Inteligência Artificial da Universidade de Stanford na Califórnia desenvolveram um site que faz a vetorização de imagens online. O Vector Magic converte imagens compostas de pixels em curvas e linhas, dessa forma elas podem ser ampliadas sem distorções.




O projeto de James Diebel e Jacob Norda impressiona pela quantidade de recursos disponíveis e interface de fácil compreensão. Assim, o Vector Magic agrada usuários iniciantes e pode ajudar designers profissionais.

Converta automaticamente imagens de bitmap JPG, PNG, BMP e GIF em verdadeiras imagens vetoriais SVG, EPS e PDF online simplesmente fazendo o upload. Rastreamento em cores reais e os resultados estão prontos imediatamente!

Conheça a ferramenta em: Site do Vector Magic.

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10 Dicas Para Um Site De Sucesso

Negócio na Web

Para se obter resul­ta­dos sig­ni­fi­ca­ti­vos, nos negócio na web, não basta mon­tar um site, blog ou e-commerce e aguar­dar os aces­sos que poderão gerar negó­cios. Todo pla­ne­ja­mento estra­té­gico deve ser levado em con­si­de­ra­ção para atin­gir os obje­ti­vos alme­ja­dos, vamos fazer algumas recomendações.




 

Qual o seu público?

É claro que há casos distintos de como criar um site. A primeira pergunta a ser feita é: quem vai acessar esse site? Tomando como base essa resposta, você pode, sim, arriscar-se numa página inicial mais inovadora e fora dos padrões, mas se o site não for voltado para um público bem específico, a melhor saída é sempre priorizar a funcionalidade e a objetividade. E em tempos de uma rede cada vez mais sortida, fica mais difícil definir quem
de fato vai acessar seu site. Portanto, fique atento àquilo que pode representar uma dificuldade desnecessária ao visitante.

Menos é Mais

Essa máxima há muito tempo usada pelo design que também é válida para a Web. Ao planejar o seu site de negócio na web, pense de forma simples. Sites cheios de elementos em movimento só servem para distrair a atenção do seu visitante levando a perda de foco, quando não o irritam. Considere no que realmente o levou ao seu conteúdo. Sendo assim, não o distraia vá direto ao ponto. Lembre-se sempre: o seu concorrente está a um clique de distância.




 

Usa­bi­li­dade

Usa­bi­li­dade sig­ni­fica, basicamente, faci­li­dade no uso, no nosso caso, na navegação do seu site. Planeje seu site de tal forma que toda e qualquer informação deve ficar a dois ou no máximo três cliques da página inicial do seu site. A ideia é facilitar ao máximo o acesso do internauta às informações que ele busca, aumentando o seu grau de satisfação.

Cuidado com menus que se desdobram demais. Há casos que se torna quase um desafio conseguir clicar em uma subseção desses menus. Caso esse desdobrar seja de fato necessário, tente fazer com que todas as subseções venham logo em seguida aos botões.

Logotipo a esquerda

Esse já é um padrão na Internet e que vale a pena ser levado em conta. Sempre que possível, use o logotipo no canto esquerdo superior do site. Esse local facilita a visão do logotipo, além de ser um dos principais pontos de atenção que as pessoas têm ao acessar um site, servindo também como link para a página principal.

Contato sempre a vista

Muita gente se esquece de uma das utilidades mais básicas de um site: gerar contato do visitante com a pessoa proprietária do site. Mas como esse contato acontecerá sem que a pessoa que visita o site tenha acesso fácil a informações como e-mail de contato, telefone e endereço? Por isso, não pense duas vezes e deixe bem visível essas informações de contato a vista.

Ainda, como o contato é tão importante, incentive esse processo incluindo um formulário de contato prático e simples e bem visível no site, isso será muito positivo.

Mapa do site

Se há muito conteúdo no site e a quantidade de seções acabou ficando maior do que deveria ser não hesite em colocar um link para um mapa do site. Coisa simples e direta, para o entendimento imediato de como estão dispostas as informações no site.

Responsividade

Não existe mais justificativa para o seu site não ser responsivo, ou seja, visualizado em todo e qualquer dispositivo, seja desktop, notebook, tablet, smartphone ou mesmo celulares são os principais meios de acesso a internet no mundo e o Brasil não fica atrás. As últimas estatísticas mostram que além das vendas de desktop terem caído muito, em relação a equipamentos menores, e, que o acesso a partir das residências, através de smatphones e celulares, no Brasil, já ultrapassam os acessos através de desktop.

Quando estiver criando o seu site não deixe de considerar esse fato. Caso não leve isso em consideração perderá uma audiência significativa da web.

Posts (artigos) relacionados

Esse é um recurso hoje muito importante para manter o visitante no seu site, os posts relacionados, leva-o de um artigo a outro. Outra questão muito importante é que os links internos aumentam a relevância do seu conteúdo nos mecanismos de busca.

Oti­mi­za­ção (código e seo)

As buscas já estão integradas totalmente em nossa sociedade, isso é um fato. A popularização da internet e os avanços tecnológicos potencializaram um comportamento característico do ser humano, que é o comportamento de busca.

Conhe­cido como SEO (Search Engine Opti­mi­za­tion) que visa oti­mi­za­ção para meca­nis­mos de busca é um con­junto de téc­ni­cas que visão estru­tu­rar as infor­ma­ções sobre o seu negó­cio (rele­vân­cia), obje­ti­vando um melhor posi­ci­o­na­mento nos bus­ca­do­res. Atra­vés de palavras-chave con­ti­das no site (título, con­teúdo das pági­nas etc), que devem ser espe­cí­fi­cas sobre o seu negó­cio web e cons­tan­te­mente atu­a­li­za­das é que pos­sí­veis con­su­mi­do­res che­ga­rão até seu negó­cio.

Ainda considerando, é uma das formas de melhorar o posicionamento a médio e longo prazo do site do seu negócio em buscadores como Google, Yahoo e Bing sem ter que pagar os links patrocinados, de forma vitalícia.

Publi­ci­dade (divulgação)

A pro­pa­ganda é a alma do negó­cio, além de incluir em toda a sua pape­la­ria o ende­reço ele­trô­nico do seu site existe tam­bém a publi­ci­dade on-line que tanto pode ser feito atra­vés de links patro­ci­na­dos nos pró­prios sites de busca, como por exem­plo o Goo­gle Adwords, Facebook Ads etc., como em mídia soci­ais atra­vés de tro­cas de ban­ners, neste caso, que seja vin­cu­lado em sites ou mesmo comu­ni­da­des liga­das ao tipo de negó­cio web, pois, de outra forma a pro­pa­ganda poderá não sur­tir os resul­ta­dos esperados.

Concluindo

De nada adianta criar estratégias para o seu negócio web se não mensurar o que dá resultado e o que não dá resultados, use as ferramentas online para isso tipo Google Analytics. É muito importante para o nosso negócio web, sabermos para onde estamos indo, e, por conseguinte, mudarmos de rumo quando for necessário.

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O que é design de informação?

Design de informação é a área de competência que organiza os diversos elementos de uma interface, criando um apoio lógico de funcionamento para a interação do usuário, tendo um sentido e sincronismo eficaz.

Esta arte de organização acaba por se confundir com algumas áreas do conhecimento como design de interação e design de interface, que possuem algumas características diferentes do design de informação.

Para deixar bem claro as responsabilidades de cada uma das áreas vamos estudar seus significados.

design de interação trabalha com os elementos interativos da interface, utilizando de padrões e técnicas comuns entre os usuários.




design de interface envolve os projetistas de sites, aplicativos, jogos e outras tecnologias que dependem de uma interação humano computador. Os projetistas são responsáveis por criar interfaces amigáveis e com elementos de interação já projetados pelo design de interação.

Mas e o design de informação? Por conseqüência, ele deve estar em tudo. Através do design de informação são criadas adequações visuais para toda a informação que será disponibilizada.

São diversas medidas a serem pensadas na hora de desenvolver uma estrutura que será compreendida pelo público que utilizará aquela interface.

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O que é responsive web design?

Responsive Web Design é uma das soluções técnicas para resolver o problema de vários dispositivos e resoluções. Programar um site de forma que os elementos que o compõem se adaptem automaticamente à largura de tela do dispositivo no qual ele está sendo visualizado.




Um design responsivo inclui:

  • Adaptar o layout da página de acordo com a resolução em que está sendo visualizada.
  • Redimensionar as imagens automaticamente para que caibam na tela e para que não sobrecarreguem a transferência de dados em um celular, por exemplo.
  • Simplificar elementos da tela para dispositivos móveis, onde o usuário normalmente tem menos tempo e menos atenção durante a navegação.
  • Ocultar elementos desnecessários nos dispositivos menores.
  • Adaptar tamanho de botões e links para interfaces touch onde o ponteiro do mouse é substituído pelo dedo do usuário.
  • Utilizar de forma inteligente recursos mobile como geolocalização e mudança na orientação do aparelho (horizontal ou vertical).

Uma variação do “Responsive Web Design” é o “Adaptive Web Design”, uma versão um pouco simplificada da primeira. A diferença, no segundo caso, é que o layout se adapta para três ou quatro larguras de tela específicas – e não pixel a pixel, como no primeiro caso.

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7 benefícios de um site eficaz

Quais são os benefícios de um site eficaz?

1. Impacto visual

Nem todos podem pagar por publicidade em TV, Jornais ou mesmo revistas, ao contrário um site fornece um elemento único disponível 24 horas por dia, estando disponível para qualquer pessoa que tenha acesso à internet, coisa que hoje é corriqueira, sendo este um ativo muito valioso para um mix de marketing eficiente.

2. Pode ser encontrado através de mecanismos de busca

Existe uma grande possibilidade de você ter chegado a esta postagem na MDESIGN através de um mecanismo de busca como o Google, por exemplo, de todo o trafego que recebemos em nosso site mais de 90% vem desses mecanismos, sendo desta forma que você pode direcionar os seus visitantes que estão ativamente procurando por serviços ou produtos como os seus, para o seu site. E o mais importante sem mais um investimento adicional.

3. Está sempre disponível

Não existe outro meio de comunicação tão eficiente como esse, você já sabe disso. Os custos para a criação de um site e colocá-lo online, são muito baixos perto dos benefícios que se tem com ele. Uma outra grande vantagem é que um site pode ser visitado em qualquer momento que seja mais conveniente para o seu consumidor, independente de ser dia útil, final de semana ou mesmo feriado, não fecha nunca e pode ser acessado por diversos tipos de displays desde smatfones até webTV, isso é poder.




Um site é interativo

Tivemos uma época que a maioria dos sites era uma reprodução dos folders (folhetos) de uma empresa, isso já era um grande avanço, mas com o avanço das tecnologias isso mudou drasticamente. Hoje os visitantes tem a capacidade de controlar e interagir com um site, isso é mais significativo nos blogs e nos e-commerces (lojas virtuais). Vcê pode fazer um tour virtual, girar ou ampliar objetos, fornecer um feedback direto, entrar em contato via formulário ou chat online, seguir em redes sociais etc.

Um site com conteúdo segmentado para cada tipo de visitante

Todas as necessidades dos visitantes devem ser percebidas através de um projeto eficaz. Com uma segmentação adequada, você tem mais atenção dos seus visitantes, porque eles já se mostraram interessados nos seus produtos ou serviços fazendo uma simples busca no Google.

Sites são facilmente atualizados

Ao contrário dos materiais impressos, que precisam de muito cuidado e atenção na hora da impressão, pois além disso ficam desatualizados com muita constância, os sites podem ser alteradas em poucos instantes e a qualquer tempo ou hora. Além disso, seus custos de produção/alteração são infinitamente menores que em outras mídias. Sem falar que em um site você pode oferecer conteúdo multimídia como vídeos e podcasts ou ainda disponibilizar qualquer material gráfico para download.

Um site eficaz melhora a relação com os clientes

Afora ao que foi dito anteriormente, hoje um cliente quer ter autonomia na busca do que precisa e um site é o melhor lugar para isso, existem inúmeros benefícios que um site pode oferecer, além dos comentados, para estreitar relações com seu cliente potenciais.

Estes são apenas alguns exemplos:

  • Os clientes podem tomar uma decisão de compra melhor, pois se eles estão decidindo entre a sua empresa e um concorrente, o seu site pode fazer a diferença entre quem fica com o negócio.
  • Ele também fornece uma maneira para que os clientes se beneficiem após uma venda, pois se você fornecer informações extras sobre seus produtos ou serviços, isso pode seduzir seus clientes a sempre comprarem de você, por confiarem mais nas suas informações.

Existem muito mais benefícios em ter um site eficaz do que os que foram listados aqui. Se você já possui site que não está atendendo às suas expectativas ou você não está recebendo os benefícios que gostaria de estar recebendo, acreditamos poder ajudá-lo nessa questão.

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Design Livre, você sabe o que é?

Design Livre não é a mera utilização de ferramentas de código aberto na execução de projetos. Embora elas sejam de fato utilizadas e preferidas quando possível, a proposta do Design Livre é abrir o processo de desenvolvimento.

A presença do design na sociedade está sendo cada vez mais percebida e repensada por outras áreas; design está sendo entendido como uma das áreas capazes de lidar com a complexidade da vida moderna; a unidade na diversidade de fundamentos que alicerçam o design tornam-o plenamente inclusivo e, ao mesmo tempo, coerente. Design, em sua essência, é sobre fazer plano

A contribuição mais importante do design é a ênfase em documentar, compartilhar e abrir o processo de design. Não basta colaboração, é preciso também meta-colaboração, ou seja, definir em conjunto como será o trabalho colaborativo. As discussões sobre quais ferramentas usar, que etapas o projeto terá, como serão organizadas as tarefas são todas abertas à participação e ficam documentadas para posterior consulta ou reprodução em outros projetos. Então…

Baixe o e-Book Design Livre do Instituto Faber-Ludens

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Ilusões de ótica causada pelas cores

Aberrações cromáticas fazem com que diferentes comprimentos de onda sejam focalizados em diferentes planos dentro do olho. A maioria das pessoas sente a cor vermelha mais próxima do que a cor azul.

À medida que as áreas coloridas diminuem de tamanho, sua aparência se altera em intensidade e croma. As interações de cor com campos de fundo tornam-se mais fortes, e cores diferentes podem parecer iguais, e vice-versa. Em fundo escuro, recomendam-se para texto, linhas e formas pequenas, cores claras; em fundo claro, cores escuras.




Na técnica de pintura chamada perpectiva aérea, os objetos distantes (como as montanhas) recebem tons azulados devido à absorção da cor amarela ou vermelha pela umidade atmosférica. Pode-se aplicar essa técnica às interfaces: um azul não-saturado cai muito bem como cor de fundo, pois realça os demais elementos da tela (Jackson, 1994).

O emprego simultâneo de cores de alto croma pode produzir ilusão de sombras e imagens. Convém, portanto, evitar contrastes fortes como: verde/vermelho, azul/amarelo, verde/azul, vermelho/azul.

Trecho extraído do livro: e-usabilidade – Simone Ferreira

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O que é Análise Heurística?

A palavra “heurística” vem do grego “heurísko” traduzindo literalmente seria “descubro” ou “acho”.

A heurística é uma parte da epistemologia e do método científico. Epistemologia ou teoria do conhecimento é a crítica, estudo ou tratado do conhecimento da ciência, ou ainda, o estudo filosófico da origem, natureza e limites do conhecimento.

A heurística é a capacidade de um sistema fazer inovações e desenvolver técnicas de forma imediata e positivas para um determinado fim.

De acordo com a ANSI/IEEE STD 100_1984, “a heurística trata de métodos ou algoritmos exploratórios para solução de problemas. As soluções são buscadas por aproximações sucessivas, avaliando-se os progressos alcançados, até que o problema seja resolvido.

Trata-se de métodos em que, embora a exploração seja feita de forma algorítmica, o progresso é obtido pela avaliação puramente empírica (baseada na experiência) do resultado. Ganhos de eficácia, principalmente nos termos de eficiência computacional, no custo da precisão. As técnicas heurísticas são usadas, por exemplo, nos problemas em que a complexidade da solução do algoritmo disponível é a função exponencial de algum parâmetro; quando o valor deste cresce, o problema torna-se rapidamente mais complexo. Uma alternativa heurística será praticável se a complexidade do cálculo depender, por exemplo, polinomicamente do mesmo parâmetro. “

“As técnicas heurísticas não asseguram as melhores soluções, mas somente soluções válidas, aproximadas; e freqüentemente não é possível justificar em termos estritamente lógico a validade do resultado.”

É útil neste respeito recordar a distinção entre três tipos de estratégias para a definição dos problemas: busca às cegas, busca heurística (baseada na experiência) e busca racional (usando um sistema ou forma de raciocínio).

Há basicamente duas formas de avaliação de usabilidade: análise heurística e testes com usuários. A técnica de análise heurística consiste no estudo da interface do produto por um grupo de avaliadores que procuram os pontos em que a interface vai contra os princípios (ou as heurísticas) de usabilidade.

O produto a ser testado, juntamente com instruções de como prepará-lo para a execução é disponibilizado para cada avaliador. Se for necessário, uma lista de tarefas típicas ou críticas a serem realizadas com o sistema também poderá ser fornecida. Cada avaliador deverá então percorrer toda a interface do produto (ou executar as tarefas listadas) uma primeira vez, a fim de se familiarizar com o estilo de interação e obter uma visão global do sistema.

Após ter percorrido toda a interface os avaliadores fazem caminhamentos adicionais, desta vez anotando os pontos em que sentem que uma ou mais heurísticas não foram observadas, indicando o porquê do problema (citando as heurísticas desobedecidas), qual é em sua opinião o grau de seriedade do problema e, se possível, sugestões de correção. É importante ressaltar que problemas que sejam encontrados e que não se enquadrem em nenhuma das heurísticas definidas, também podem ser apontados pelos avaliadores.

O resultado da análise de cada avaliador será uma lista de problemas de usabilidade. Uma reunião entre os avaliadores e representantes da equipe de desenvolvimento é então feita para agrupar os problemas encontrados em um relatório único, o qual será utilizado pelos desenvolvedores na correção dos problemas.




As dez heurísticas de Nielsen

1. Visibilidade de Status do Sistema: Isso significa que você precisa se certificar de que a interface sempre informe ao usuário o que está

acontecendo, ou seja, todas as ações precisam de feedback instantâneo para orientá-lo.

2.Relacionamento entre a interface do sistema e o mundo real: Ou não usar palavras de sistema, que não fazem sentido pro usuário. Toda a comunicação do sistema precisa ser contextualizada ao usuário, e ser coerente com o chamado modelo mental do usuário.

3. Liberdade e controle do usuário: Facilite as “saídas de emergência” para o usuário, permitindo desfazer ou refazer a ação no sistema e retornar ao ponto anterior, quando estiver perdido ou em situações inesperadas.

4. Consistência: Fale a mesma língua o tempo todo, e nunca identifique uma mesma ação com ícones ou palavras diferentes. Trate coisas similares, da mesma maneira, facilitando a identificação do usuário.

5. Prevenção de erros: Na tradução livre das palavras do próprio Nielsen “Ainda melhor que uma boa mensagem de erro é um design cuidadoso que possa prevenir esses erros”. Por exemplo, ações definitivas, como deleções ou solicitações podem vir acompanhadas de um checkbox ou uma mensagem de confirmação.

6. Reconhecimento ao invés de lembrança: Evite acionar a memória do usuário o tempo inteiro, fazendo com que cada ação precise ser revista mentalmente antes de ser executada. Permita que a interface ofereça ajuda contextual, e informações capazes de orientar as ações do usuário – ou seja – que o sistema dialogue com o usuário.

7. Flexibilidade e eficiência de uso: O sistema precisa ser fácil para usuários leigos, mas flexível o bastante para se tornar ágil à usuários

avançados. Essa flexibilidade pode ser conseguida com a permissão de teclas de atalhos, por exemplo. No caso de websites, uso de máscaras e navegação com tab em formulários são outros exemplos.

8. Estética e design minimalista: Evite que os textos e o design falem mais do que o usuário necessita saber. Os “diálogos” do sistema precisam ser simples, diretos e naturais, presentes nos momentos em que são necessários.

9. Ajude os usuários a reconhecer, diagnosticar e sanar erros: As mensagens de erro do sistema devem possuir uma redação simples e clara que ao invés de intimidar o usuário com o erro, indique uma saída construtiva ou possível solução.

10. Ajuda e documentação: Um bom design deveria evitar ao máximo à necessidade de ajuda na utilização do sistema. Ainda assim, um bom conjunto de documentação e ajuda deve ser utilizado para orientar o usuário em caso de dúvida. Deve ser visível, facilmente acessada, e com oferecer uma ferramenta de busca na ajuda.

Trecho retirado do texto de Usabilidade e Heurística de Gleuton Dutra.

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